Caracoles, acabo de perceber que além de andar escrevendo uns títulos pra mais de infames, a maior parte deles tem a ver com gatos. Tudo bem, tudo bem, na verdade são só dois, mas mesmo assim tenho certeza de que se eu relatasse esse fato para um psicólogo ele diria que eu estou sofrendo uma restrição pneumoptagórica que é resultante de traumas psicológicos inconscientes porém influentes na percepção do mundo inerente da atividade onírica dos agentes parapatológicos, ou seja, falta de ter o que fazer.
>> Depois daquela feijoada...
As flatulências enganam.
Água mole em pedra dura tanto bate até que bufa.
Com todo o respeito.
E entre uma besteira e outra, descobri um site com umas piadas bem no estilo pastelão:
Veja estas pérolas da ignomínia psicossomática:
Qual é o cúmulo da organização ?
Tomar uma sopa de letrinhas e depois cagar em ordem alfabética.
Qual é o cúmulo da incompetência ?
Ser reprovado no exame de fezes.
Qual é o cúmulo da sorte ?
Ser atropelado por uma ambulância.
Qual é o cúmulo do engano ?
Uma minhoca entrar numa macarronada achando que é uma suruba.
Qual é o cúmulo da ineficiência ?
Tirar meleca do nariz usando luvas de boxe.
O cara é uma espécie de Charles Baudelaire de Nova Santa Rosa do Oeste ou coisa parecida. Me perdoem os novasantarosenses do oeste pela ofensa.
Cara, eu tava lendo uns posts antigos meus e vi que tem, num post sobre a temida arte ninja, um comentário indignado de um indivíduo que se dizia ninja. O cara ficou puto! Ameaçou me matar usando o famigerado golpe do cisne. O que ele não sabe é que sou um dos únicos mestres da antiga arte do shuritsu ainda vivos e para nós, mestres, o inimigo é inexistente. É como já dizia o poderoso mestre Sharopin: “A fraqueza é o defeito dos fracos”.
E para finalizar esse monólogo de um homem só, aí vai um pequeno verso do grande poeta carcamano Amarildo Ticarigadum:
E como se fosce apenas mais um rouxinol selvagem pululando pela imensa núvem,
O pobre tamanduá-bandeira descreve o seu rítmo dançante em notas de cetim
Triste pelas formigas que não conseguiu rangar
E tremendamente afetado pela indiferênça latente do ser, ele entrega sua carcaça peluda e nariguda nas mãos de Deus
Nunca um pobre tamanduá-bandeira foi tão triste
Morto ironicamente com a boca cheia de formigas
Em breve mais incríveis poesias sobre guaxinins, ornitorrincos e ariranhas.
Saída pela esquerda
merda que eu adubo a vida.
Gostaria que você tambem visitasse meus blogs:
http://msgemescala.blig.com.br
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UM ABRAÇO.